segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Facebook de cara nova.

Por Massimino Delazeri, formado em Relações Públicas pela UFRGS


Facebook é realmente um fenômeno como rede social, completa seu sexto ano de história com números surpreendentes e jamais vistos na web, nada menos que 400 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo e, mesmo não sendo mais novidade, um crescimento de 50 milhões de novos adeptos a cada dois meses. Acompanhe no gráfico abaixo o encurtamento do tempo que a ferramenta leva para completar 50 milhões de usuários novos.


Na última quinta-feira Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, anunciou as mudanças que deram a nova cara à ferramenta. Desapareceu a barra inferior e surgiu na esquerda uma nova barra lateral muito mais organizada (em amarelo), onde centraliza todas as informações do usuários, jogos, aplicativos e os links para os amigos on-line no bate-papo, e assim a área que ocupava a barra inferior ficou apenas para as janelas de bate-papo.



O campo de busca ganhou bastante destaque (em vermelho) no topo do site, e no seu lado esquerdo foram colocados botões de acesso rápido a pedidos, mensagens e notificações, todos com avisos numéricos informando a quantidade de novidades, ao clicar em um desses botões o usuário não é mais levado a uma nova página, nessa nova versão eles fincionam como pop-up.

Quem tiver mais interesse pode conferir a página-tour que foi criada pela empresa para apresentar as novidades aos seus usuários.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Por que precisamos tanto de feedback?

Por Andressa Carrasqueira, formada em Relações Públicas pela UERJ

Meu caro, se você é que nem eu, e nasceu na década de 80, você provavelmente é um Y. Nascido e criado em frente ao computador, seja com um 386, um Pentium 200 com internet discada para acessar o chat da UOL e o ICQ, ou, hoje em dia, com um smartphone para twittar por aí, você sempre gostou desse lance de web e relacionamento virtual.

Tudo sempre muito rápido, tudo ao mesmo tempo, tudo ao alcance do mouse. E com a ajuda do Google, é claro.

Você, ao contrário do que o seu chefe pensa, é capaz de fazer cinco coisas ao mesmo tempo. Você pode trabalhar 30 horas seguidas para terminar uma tarefa urgente. Você acha que esse lance de horário rígido é coisa do passado. Você é comprometido com sua carreira e pensa que constituir família é uma coisa pra pensar só depois dos 30. Você está sempre em busca de resultado, de sucesso. De uma empresa que invista em você, ouça suas ideias, acompanhe seu dinamismo, sua proatividade, sua vontade de crescer...

E aí, você entra no mercado de trabalho e vê que não é bem assim. São raras as empresas que estão preparadas para essa nova geração, que hoje povoa o mercado, a tão famosa Geração Y. Falar das grandes como o Google, a Microsof, a Natura, e algumas outras que estão buscando entender estes novos profissionais é relativamente fácil. Mas existe uma imensa fatia restante de empresas que continuam com a mesma postura de 20 anos atrás.

Lendo o post da Fernanda Fabian, Procura-se pessoas comprometidas, fiquei me perguntando: e o que é que nós precisamos, de fato, para nos comprometer? Motivação? Dinheiro? Investimento? Perspectiva de Crescimento?

Sim, precisamos de isso tudo, e muito. Mas, além disso, precisamos de feedback. É na comunicação constante que está o grande pulo do gato para manter um Y ao seu lado. Nós somos dinâmicos demais, e muito inseguros também. Precisamos do trabalho reconhecido 100% do tempo. O bom e velho tapinha nas costas. E, ao contrário do que muitos pensam, aceitamos sim críticas, as construtivas.

Ah, e como queremos ser ouvidos! Um Y não tem medo de dizer para o chefe o que pensa. Se for demitido, ele arruma outro emprego rapidinho. Isso não é falta de comprometimento. É justamente o comprometimento com o resultado que faz o Y expor suas ideias. Sem medo. O problema é que, quando o Y percebe que ninguém está ouvindo o que ele tem para dizer, ou está só ouvindo, sem fazer nada quanto a isso, ele se desmotiva. E, sem nenhum receio, cai fora.

Nós precisamos de causas. Não somos de nenhuma empresa. Não temos vontade de ficar 20 anos fazendo a mesma coisa no mesmo lugar, como nossos pais. Vemos o mercado de trabalho como algo dinâmico. E estamos constantemente nos preparando para ele.

A dica que fica aqui para gestores dos Y é: fale e ouça. Muito. Sempre. E permita a execução de novas idéias. Elas serão boas para sua empresa e para você.

E você, meu querido Y, ouça mais, e aprenda. Porque um dia você vai ser o gestor de um Z, e aí, com certeza, vai lembrar do seu antigo chefe.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O Marketing na Era do Nexo.

Por Mateus Martins, estudante de Relações Públicas da UFRGS

No último post escrevi sobre o livro Transmarketing - Estratégias Avançadas de Relações Públicas no Campo do Marketing do Waldyr Gutierrez Fortes, ainda não terminei de ler todo, mas nas duas semanas de férias já adiantei bastante. Minhas primeiras impressões sobre o livro estão no post, mas hoje quero falar de outro livro que comecei a ler neste periodo de férias: O Marketing na Era do Nexo de Walter Longo e Zé Luiz Tavares. O livro retrata as experiências e conhecimentos, dos dois autores, acumulados em décadas no mercado. Com certeza, todos devem conhecer Walter Longo, ele é vice-presidente de planejamento da Y&R, empresa de Roberto Justus, e era um dos conselheiros no programa Aprendiz, quando o galã topetudo ainda apresentava na Record.

Falar do conceito de Nexialismo é falar de uma espécie de supraciência que integra de maneira sinérgica, complementar e sequencial as várias disciplinas que compôem o conhecimento humano, de modo que as coisas e atividades façam nexo entre si. Complicado? Vamos facilitar então. Na verdade, pra mim fica claro que a ideia central do livro é a relaçao do mkt do medo versus mkt do nexo. Segue trecho da página 28:

"Os administradores e gestores devem ter em mente que qualquer decisão empresarial precisa se basear em nexo, e não em medo. Porque, todas as vezes que decidimos por medo, os riscos dessa decisão acabam sendo exponenciais. A decisão baseado no nexo, seja ela de avançar ou parar, acaba sendo um processo equilibrado, sereno e consciente. Leva em conta fatores reais de avaliaçao e permite o controle do processo nas mãos da organização. Já a decisão pelo medo é exógena, repleta de variáveis incontroláveis. Quem decide não é você, mas os humores do mercado, os movimentos de seu concorrente, as notícias do jornal. Por isso, sempre que uma empresa opta pelo 'marketing do medo', está se jogando de forma insegura rumo ao desconhecido.

Os autores querem dizer que o medo move as ações para o campo da imprecisão, do 'sem querer', do sem nexo, sem a vocação e os valores da empresa, sem objetivos de longo prazo. E do contrário só decisões baseadas no nexo podem manter a evolução estratégica de um produto, marca ou empresa.

No capítulo 2 - Nexo em tempos de Tesarac: uma abordagem muito interessante das mudanças que ocorrem hoje. Nos tempos de cursinho, um professor de história sempre usava uma frase para marcar os períodos de transição, por exemplo do sistema feudal, para o mercantilismo e depois para o capitalismo. Ele falava assim: Tudo que existe está em constante transformação, e tudo que se transforma, se transforma para o seu oposto. Nunca esqueci dessa frase. Basta refletir para ver que faz o maior sentido. E é justamente isso que trata este capítulo, os autores contam que o poeta, autor e compositor americano Shel Silverstein criou a palavra 'tesarac' para descrever aqueles períodos da história em que ocorrem mudanças sociais e culturais significativas. E durante um tesarac, a sociedade se torna cada vez mais confusa e caótica, até conseguir se reorganizar. Percebam neste trecho da página 20:

"É uma frase na qual reconhecemos o que 'já era', mais ainda não sabemos distinguir perfeitamente o que 'vai ser'. Durante um período de tesarac, primeiro se destrói para depois se construir; antes se repudia o velho para apenas posteriormente se adotar o novo. O que está no passado já não vale mais e, ao se olhar para o futuro, não se tem a menor ideia do que vai valer.

Grifei as expressões antônimas para simbolizar a frase que meu professor sabiamente pronunciava em todas as aulas: a consntante transformação para seu oposto. E não é exatamente isso que estamos vivendo agora? Um momento na história do marketing e da comunicação em que as promessas do novo ainda não se cumpriram e o que era o padrão já não nos serve mais. As mídias de massa tradicionais perdendo relevância, ao mesmo passo que os novos meios ainda não tem notoriedade para substituí-las. A audiência de espectadores, que antes era o que valia, agora perde terreno - muitas vezes - para a atenção de articuladores interessados que é o que mais interessa.

Mas afora tudo isso, uma pergunta deve intigrar: É o setor de comunicação ou de marketing o responsável pela aplicação da cultura do nexo nas empresas? Walter Longo e Zé Luiz Tavares respondem assim: como dizem que o pênalti é um momento tão importante do jogo de futebol que deveria ser cobrado pelo presiente do clube, da mesma forma a manutenção do nexo na empresa é algo tão fundamental que talvez devesse ser missão de seu lider maior, para que pudesse ser obrigatoriamente praticado por toda organização.

Interessante essa visão, e é a mesma percepção que Nomércio Nogueira, Diretor de Assuntos Institucionais da Alcoa tem sobre a sustentabilidade: que deve ser trabalhada por toda a empresa. Em entrevista à Comunicação Empresarial mais recente, nº 73, ele fala na página 34:

"A sustentabilidade, na Alcoa, é responsabilidade de todos os setores, tanto os industriais como os de serviços corporativos, como a área de comunicação, Nenhum setor da Alcoa atua sem ter como alicerce fundamental a sustentabilidade. E, na minha opinião, essa é a única forma de uam empresa ser ou buscar ser sustentável. Se a sustentabilidade for de uma só área, é porque não está totalmente integrada à estratégia da operação. E se for responsabilidade da área de comunicação corre o risco de se tornar apenas discurso, sem pé na realidade. É imporante perceber que temas tão em voga e tão importantes, se não forem realmente incorporados à cultura da empresa, dificilmente sairão do discurso vazio ou de ações paliativas.

Já havia lido quase 1/4 do livro e estava achando estranho - por tratar de temas como planejamento, comunicação, estratégia - não haver citação des relações públicas (na verdade o livro faz pouca referência às profissiões e aos profissionais como marketeiros, publicitários, analistas, jornalistas, consultores, relações publicas, porque na era do nexo o que importa não é o diploma de graduação e sim um profissional capaz de integrar conhecimento técnico com imaginação, pertinência com ousadia, profundidade com gestalt).

Mas na página 49 - cápitulo 6 (Demita o diretor de Marketing ou o promova a Diretor de Nexo) - ao falar da má gestão da comunicação nas empresas, com a descentralização da verba de mkt e a contratação de diversas agências, uma para cada departamento e da atuação dos gestores em prol de interesses particulares, eis que surge a citação: ...o presidente quer impressionar o board, o diretor de marketing quer deixar sua marca, o diretor de RP quer agradar os coleguinhas, enquanto na agência de propaganda - o diretor de criação só pensa em ganhar prêmio, o de mídia, em ficar bem com seus veículos, e o diretor de atendimento, em ficar bem com todo mundo. Putz! Pegaram pesado!

Depois dessa avacalhação geral, algumas pérolas retiradas do livro para descontrair:
Página 27: A pressa é inimiga da reflexão.
Página 31: Sempre acreditamos que o medo paralisa e a coragem nos move. Aprendemos que os heróis vão para a frente e os covardes ficam para trás. Que é a coragem que faz as pessoas e as empresas tomarem decisões. Entendemos que avançar significa ousadia e paralisar é sintoma de covardia. Com isso, acabamos traduzindo medo pela função estática e coragem pela atividade dinâmica das pessoas e organizações. A conclusão óbvia e generalizada é a de que coragem faz avançar, enquanto o medo faz recuar.

Até aonde eu li ainda não foi abordado a metodologia de aprendizado ou aprimoramento do nexo na empresa como um método científico, mas já li no sumário que o capítulo 17 – Medindo o Nexo: uma proposta metodológica - trata justamente disso. Ainda chego lá, mas vai demorar um pouco.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Primeiro de Fevereiro.

Por Amanda Barrin, estudante de Publicidade e Propaganda da PUCRS

Hoje é um dia especial (e não é por ser meu aniversário) , é dia do publicitário. O dia mais que merecido desse profissional que se estressa muito, que não dorme, que esquece de comer, tudo em prol da propaganda brasileira e de seu próprio sustento, é claro.

Deixando as brincadeiras de lado, é o dia de um profissional que confunde sua história com a história da humanidade, que cria desejos, causa emoções e tudo em 30 segundos (ou em uma, meia, ¼ de página). O publicitário que planeja, que cria, que entende. São tantos os nossos papéis que só contemplo todos quando digo que comunica.



Eu sou apaixonada pelo que faço, me arrepio com cada boa ideia, choro com as propagandas do Zaffari, tenho um acervo enorme de propagandas que acho inteligentes no meu computador, vasculho coisas históricas, tiro conclusões, me orgulho quando dizem que a nossa propaganda é uma das melhores do mundo, sofro quando desvalorizam a capacidade técnica de nossos profissionais. A propaganda é minha vida. Ela me decepciona de vez enquando, mas sempre fazemos as pazes. Sinto-me privilegiada de ter nascido no dia do profissional da propaganda, e tenho a imensa certeza de que nasci para isso. Antigamente eu dizia que propaganda não vendia e ficava possessa quando teimavam comigo, hoje eu sei que vende, mas vende muito mais do que produtos, vende conceitos, ideias, paixões.

E por falar em ideia, a ideia inicial desse texto era contar a história da publicidade no Brasil, mas sinceramente, ao escrevê-lo, vi que era desnecessário. A própria publicidade conta sua história, através das realidades de cada época, então, nada mais justo de mostrar por que me apaixono a cada dia por ela.

Linha do tempo da Publicidade


A evolução da propaganda é algo evidente, primeiramente com público em grande parte analfabeto, os anúncios eram muito mais visuais, cheios de desenhos de impacto, na maioria das vezes de remédios de procedência duvidosa, que prometiam curas mirabolantes mais duvidosas ainda. Há um tempo atrás recordo-me de ver um blog cheio de propagandas para drogas, hoje ilícitas. Passado o tempo, a segunda guerra mundial, o desenvolvimento tecnológico e a modernidade chegam e com elas uma série de novos produtos que nunca tinham sido vistos, a publicidade então passou a ser explicativa, com textos enormes e argumentativos, que realmente convenciam as pessoas a comprar geladeiras, TVs, aspiradores de pó e assim por diante. Hoje a rapidez da pós-modernidade, a publicidade está mais enxuta. E assim ela vai se moldando a cada realidade, se adaptando, se reinventando. Escolhi algumas (poucas) propagandas, em geral as de TV, que demonstram bem essa característica.
Nessa época as propagandas eram únicas, desenhadas a mão. O engraçado é perceber as necessidades do povo, além da língua portuguesa antes das inúmeras reformas.

Esse anúncio do Modess (imagem à direita) é um dos que melhor retrata a modernidade. Ele praticamente ensina o quão mais prático, seguro e higiênico é usar um absorvente descartável. Graças a ele as mulheres são o que são hoje, até porque não haveria condições de trabalhar, sair, se divertir com uma toalhinha entre as pernas, mulher sofre.

Chico Válvula Presa

Na década de 60 já temos um incidência e influencia maior da TV, eu queria mostrar várias, mas não vou chover no molhado, porque cobertores Parahyba já tem um merecido destaque, Se você não viu procura no YouTube, porque vale a pena, digo o mesmo da estrela brasileira neste céu azul (uma estrela meio decadente hoje, mas que teve longos tempos áureos). Essa campanha de natal da Varig me fez gostar de jingles. Vou dar destaque a uma campanha que acho genial, mas que ficou meio esquecidinha, os vilões da Bardahl, a campanha foi tão boa que mereceu um remake na década de 80, o mais incrível foi achar essa campanha no YouTube (eu amo o YouTube), e viva ao Detetive Bardahl que acabava com todos os vilões que acabavam com seu carro.



Ficha técnica | Agência: Miller, MacKay, Hoeck e Hartung | Adaptação para o Brasil: Alcântara Machado e Denison | Anunciante: Bardahl | Produto: Óleo Aditivo

Duchas Corona, um banho de alegria num mundo de água quente

Esse jingle talvez tenha uma das histórias mais curiosas da publicidade. Teve um sucesso inegável. As vezes tomando banho, no meu chuveiro de marca concorrente, e canto o jingle sorridente. O fato é que a agência encomendou o jingle a Francis monte, um compositor da época, ele escreveu, mas a estaff da agência achou que não era bom e que mais parecia um comercial de sabonete do que de ducha. mas o compositor não se deu por vencido e levou a fita com o seu jingle diretamente ao presidente das duchas Corona, o resultado disse é um dos jingles chiclete mais bem sucedidos da história do Brasil.



Ficha Técnica | Cliente: Corona | Produto: Duchas | Agência: Marcel's | Produtora: Publisol | Composição: Francis Monte

Hitler - Propaganda Folha de SP

Essa propaganda foi ao ar nos anos 80 e é na minha opinião uma das mais inteligentes de todos os tempos. A simplicidade dela chega a me comover, e chego a conclusão que quanto menor a verba, melhor a propaganda. Feita por Nizan Guanaes sob os olhos cuidadosos de Washigton Olivetto não podia-se esperar menos dela.



Ficha Técnica | Título: "Hitler" | Agência W/GGK | Produto: Folha de S. Paulo | Anunciante: Folha da manhã | Criação e Redação: Nizan Guanaes | Direção de Arte: Gabriel Zellmeister
Direção de Criação: Washigton Olivetto | Produção/Filme: Chantal Marmor | Direção/Filme: Andrés Bukowinski | Fotografia: Felix Monte | Produtora: ABA

O tempo passa, o tempo voa...

O tempo passa, o tempo voa e esse comercial ainda é lembrado. A poupança Bamerindus pode não mais continuar numa boa, mas não pode culpar sua falência a falta de visibilidade de marca. vai dizer que você não tem uma tia que quando fala que você ainda ontem era um bebê não canta essa musica, ou simplesmente diz essas famosas palavras. Aí a gente vê o poder da propaganda, que perdura durante anos, mais mesmo que a própria empresa. A comunicação é eterna, por isso um erro pode ser fatal.



Ficha Técnica | Título: "O tempo passa, o tempo voa" | Agência: Colucci | Anunciante/produto: Bamerindus/Caderneta de Poupança | Criação do Tema: Walter Santos e Tereza Souza | Produtora/som: Nosso Estúdio | Criação para TV: Fernando Rodrigues e Milce Junqueira | Direção: André Bukowinski | Produção ABA Filmes

Em todas as épocas tivemos bons e maus comercias, uns bons sem resultado, outros ruins com resultado. As vezes não adianta um comercial ser mega criativo, se o público não captar a mensagem. Falando de propagandas internacionais, A Cadbury, cujo a conta pertencia a Fallon, teve uma propaganda premiadíssima, mas que não alcançou o sucesso desejado o que fez com que a agência perdesse a conta da Cadbury. Presenciei a própriadiretora de atendimento da Fallon admitindo isso diante de milhares de pessoas no MaxiMídia 2008. Eis o comercial para que vocês entendam.



Por fim, nem só de comerciais bons vive o mercado (vide cocô na casa do Pedrinho e guaraná Dolly). O importante é vender, mais que um produto, uma ideia um conceito, uma imagem.

A propósito, feliz dia do publicitário.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Dicas para um melhor posicionamento de marca na Web.

Por Joanna Romero, estudante de Relações Públicas da PUCRS


Se não está no Google, não existe.
Existem muitas pessoas adeptas a essa frase e é por isso que as empresas querem ser as primeiras a aparecerem nos resultados das ferramentas de busca como o Google, o Yahoo, entre outros. Segundo um estudo da consultoria americana Jupiter Research, 68% dos internautas não passam da primeira página dos resultados da pesquisa. Portanto, o foco das empresas deve ser aparecer exatamente nessa página.

A questão é o que fazer para que isso aconteça? Pois então vou dar algumas dicas de SEO (Search Engine Optimization) - Otimizaçao de Sites, em português - para quem se interessa pelo assunto. Para uma pequena ou média empresa existem duas maneiras simples de atingir o objetivo: a primeira é comprar palavras dos principais sites de busca que as façam aparecer nos links patrocinados – geralmente em um dos lados da página ou na parte superior – e quando o usuário digitar essas palavras, a empresa vai constar nesses links. A segunda dica é ter um site que contenha os requisitos básicos que as máquinas programadas pelos sites de busca valorizam na hora de listar os resultados. São eles: conter palavras-chave relacionadas ao tema da busca, estar relacionado nos links de outros sites e estar presente nas mídias sócias.

Thiago Bacchin, da Cadastra, empresa de marketing em sites de busca diz o seguinte: Links patrocinados são ideais para negócios que procuram resultados rápidos; e conquistar uma boa posição na pesquisa comum traz resultados no longo prazo.

Outras dicas também são importantes, como por exemplo, incluir as palavras-chave da busca nos títulos das páginas do site e também na primeira linha do texto e repeti-las ao longo das frases, e também colocar legenda em todas as fotos e vídeos. Um belo exemplo é o de Marcio Kumruian (foto), que trabalha com venda on line de artigos esportivos. Sua estratégia foi comprar palavras relacionadas ao Corinthians e ao jogador Ronaldo, assim que foi noticiado que ele estava contratado pelo clube. O resultado foi que ele ganhou as primeiras posições em links patrocinados nas buscas relacionadas a este assunto e a venda de camisetas com o nome do jogador foi um sucesso absoluto.

Este trabalho pode ser tranquilamente realizado por nós, RRPP. Não é um trabalho fácil nem estático, pois há a necessidade de envolvimento constante para que o site esteja sempre na primeira página. Vale lembrar que se deve colocar o usuário em primeiro lugar, ou seja, evitar exageros na repetição de palavras. Isso pode levar o site às primeiras posições nas pesquisas, mas ao mesmo tempo pode fazer com que o visitante não goste deste e conseqüentemente não volte a acessá-lo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Procura-se pessoas comprometidas.

Por Fernanda Fabian, estudante de Relações Públicas da Unisinos

Eu tive uma sábia chefe, influente no setor calçadista, que costumava dizer que nunca ouviu um empresário bem sucedido dizer que saia sempre no horário que sua carteira de trabalho determinava (isso independente de sua situação, se foi no começo da carreira ou estando num patamar elevado da mesma). Ela sempre falou que a determinação, pró-atividade e dinamismo eram essenciais para uma equipe de trabalho fazer as coisas além do que se esperava. Umas pessoas não gostavam destes comentários, diziam que ela queria influenciar as pessoas a trabalharem além do horário e sem pagar extras. Essas pessoas eram chamadas de peões, não queriam se envolver com o trabalho, faziam apenas o que era solicitado, e, em alguns casos, se não conseguissem terminar o trabalho dentro do horário, deixavam para o dia seguinte. Ou melhor, deixavam para outras pessoas terminarem ou trancava o trabalho de outros.

Comprometimento. Isso foi uma coisa muito importante que aprendi com aquela mulher. Comprometer-se com a empresa não significa apenas ficar até tarde ou levar trabalho pra casa, ao meu ponto de vista, significa criar uma sintonia e realizar um trabalho em equipe. E, mais ainda, demonstra o quanto você se importa com o seu cliente, que é quem, na verdade, vai perceber tudo isso.

Tudo o que as empresas mais querem é ter funcionários comprometidos. Não para escraviza-los, não para criar estresse neles, mas para conseguir atender bem seus clientes, para conseguir alcançar seus objetivos, suas metas, para gerar lucro e poder pagar melhor as pessoas que tanto se dedicam a ela. Aqui provavelmente vamos ter algumas opiniões contraditórias, sim, afinal nem todas as organizações possuem esse pensamento. Infelizmente.

Trago as palavras de Carlos Eduardo Oshiro, publicado no site Administradores: Comprometimento é tudo que as pessoas fazem a mais, sem que alguém tenha solicitado. Resumindo, é você surpreender as pessoas. E ele continua o texto dizendo: Um exemplo simples e clássico de descomprometimento é colaboradores passarem por um pedaço de papel jogado no corredor da empresa, e não terem o compromisso de se agacharem e jogar o papel no cesto de lixo, 'porque ele não é funcionário da limpeza'. E por fim, ele afirma: Pessoa comprometida é aquela que é pau para toda obra.

Faço minhas as palavras dele. O fazer além das expectativas pode ser simplesmente isso, jogar um papel que estava no chão, no lixo. Cada um sabe da sua realidade profissional, mas acredito que essa palavra mágica que tanto ensina – comprometimento – pode fazer milagres na sua vida, se for compreendida de forma certa.

Para finalizar, trago um texto super legal que achei, e que achei mais legal ainda o local em que ele está: no blog d’O Boticário. Nele é dito exatamente o que coloquei anteriormente:

"O comprometimento não tem segredo quando se torna parte de cada um. Você tem que ‘ser e estar’ inteiro na proposta que assumiu.

E mais do que ser comprometido, mostre aos outros como eles podem ser também, isso com certeza vai fazer uma grande diferença no ambiente profissional de todos.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

#SP456anos

Por Cibele Silva, estudante de Relações Públicas da Metodista/SP

Non Ducor Duco.
Não sou conduzido, conduzo. Realmente essa frase faz sentido.

Pelo menos estou vendo desta forma nas redes sociais, a cidade de São Paulo está conduzindo todos os meios midiáticos possíveis para ficar mais próximos aos cidadãos.

E hoje, claro como representante paulistana d’Ocappuccino não poderia deixar de falar na minha querida cidade, bem no dia que ela completa 456 anos.

Faz um tempo que estou admirada com a proximidade e a facilidade de ver o que acontece em São Paulo pelas redes sociais.

Essa admiração toda começou quando dei follow em alguns perfis que me mantêm informada do que acontece na cidade, como: @catracalivre @maspmuseu @casadasrosas @spmetropole @spcultura @metrodesaopaulo, entre outros. Até nosso prefeito está @gilberto_kassab.

Exatamente tudo o que eu preciso está no twitter. Adoro a minha cidade e gosto desta interatividade que posso ter com os meios de comunicação. Estes dias recebi uma DM do @metrodesaopaulo:
Esse sistema é para nós cidadãos interagirmos com os usuários do Metrô, informando o que acontece por lá.

O objetivo é simples:
As informações que encaminhamos ficam disponíveis no blog do Metrô de São Paulo.

Gosto desta interação, a maioria dos perfis no twitter nos responde, nos dá RT quanto falamos deles, agradecem. São motivos simples que me deixa mais apaixonada por São Paulo.

Você pode acompanhar os comentários das pessoas que amam São Paulo com todo amor e as que odeiam com todo amor na tag #SP456anos.

Aqui presto a minha singela homenagem a cidade. E deixo esse vídeo para analisarem sua beleza e como a cidade em 456 anos sempre foi muito bem interpretada.







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  © Ocappuccino Junho de 2008 - Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil

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