quinta-feira, 29 de julho de 2010

Feed me, Ocappuccino. > #historiasrp

sexta-feira | 30 de julho de 2010

Você se alimenta de Ocappuccino, Belle? Sim, de certa forma, sim!

Antes do dia 24 de julho de 2009 eu me alimentava d’Ocappuccino, me alimentava de informações. Depois desse dia, passei também a alimentar as pessoas com bom conteúdo, assim como o Ocappuccino sempre fez.

E como tudo começou? Posso falar que o título do post foi também um trocadilho. Feed, o meu primeiro contato com a equipe deste blog, foi porque eu não sabia colocar o feed no meu blog. É até engraçado relembrar, mas, no dia 13 de julho de 2009, entrei em contato com o Mateus, um dos administradores do blog, começamos a conversar sobre algumas dúvidas que eu tinha, principalmente a de colocar o feed no meu blog. Os e-mails eram gigantes e, pasmem, nunca tive paciência para mexer com HTML; qualquer coisa que inicie com < tenha br no meio e termine com >, já é muito para a minha cabeça. Então, depois de ler a explicação do Mateus, algo como vai nos códigos e procura assim... Este algo assim era um monte de códigos (xiiii!), me perdi toda e logo ele perguntou se eu confiava em dar a senha do A Bordo da Comunicação para ele. A confiança apareceu de supetão logo no quinto e-mail, e demorou quatro dias, exatos dez e-mails para que eu recebesse o convite para ser colaboradora do Ocappuccino.

Rápido, não? Sim, muito rápido. Dia 24 de julho, comecei a colaborar com Ocappuccino. Olhem meu primeiro post – Inovar e fidelizar é um compromisso. Acho que eu já estava prevendo algo com esse título. Ainda trago muitas inovações para Ocappuccino, assim como a equipe me agregou em muita coisa. Como disse a Fernanda na #historiasrp dela, eu que juntei a galera toda em um e-mail, fiz um amigo secreto meio furado, onde a equipe realmente se conheceu. Viramos oficialmente mais que colaboradoras, que falavam somente com o Mateus; viramos as cappuccinas – as meninas que deixam esses três administradores de cabelo em pé quando começamos a dar pitacos por e-mail.

Foi no Ocappuccino que ganhei uma irmãzinha, ex-colaboradora deste blog, a Bruna Franco.

Conheço cada um da equipe como ninguém, mas a maior ligação é com Amanda. Por causa de uma indicação dela e uma maluquice do Max, comecei a namorar um guri de Porto Alegre, fui várias vezes para a terra natal do Ocappuccino, conheço pessoalmente quase toda esse equipe querida. Também tem a Alana, que conheci pessoalmente e me apaixonei.

Ah, já perceberam que eu ficaria horas aqui contando a minha história com o Ocappuccino, né?

Mas acho melhor parar por aqui. Só um último detalhe: esta semana fiz um ano de Ocappuccino. Então, aproveitando, quero agradecer a oportunidade de ter crescido com este blog neste período.
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* * * Este texto faz parte da #historiasrp.

Um namoro longo. > #historiasrp

quinta-feira | 29 de julho de 2010

Bom, nesta semana de posts temáticos sobre a história do blog, venho contar o meu rolo com Ocappuccino. Acompanho o blog desde seu lançamento, pois os idealizadores são meus colegas de FABICO – a Faculdade de Comunicação da UFRGS. Lembro do início, dos entraves burocráticos por causa do nome (a Faculdade possuía uma revista com este nome), os desafios de fazer um blog que se tornasse referência para os estudantes de relações públicas da UFRGS.

Mas o filhote saiu do ninho – e como saiu!, atingindo alunos, professores e profissionais de comunicação de todo o país, adquirindo grande relevância no cenário nacional e, mais importante que tudo, estimulando a reflexão em torno da nossa área.

Meu namoro com Ocappuccino começou lá no início, quando o blog era ainda era um embrião, e fiz alguns posts pontuais, aqui e ali. Mas por uma série de motivos a parceria nunca engrenava: tempo, disposição, enfim. Mas a troca de olhares permaneceu e, à medida que comecei a escrever para outros blogs (como Dossiê Alex Primo e Mídias Sociais), adquiri o hábito de escrever (que, para quem não bloga, eu garanto: é difícil acertar um ritmo de leitura e informação, organização mental e produção escrita). E aí decidimos assumir esse rolo em novembro de 2009, quando oficialmente me tornei uma cappuccina, e passei a integrar esse time de estudantes e profissionais que fazem com que o blog sempre esteja por dentro das principais tendências da área de relações públicas, e suas intersecções com as outras áreas de conhecimento.

No texto de terça-feira, a Fernanda falou sobre as interações na rede, como acabamos conversando com várias pessoas que admiramos, conhecendo gente nova e interessante. Concordo plenamente, e este é o tema de um dos posts que eu mais gostei de escrever aqui no blog: a tradução de The Future is Networks, da Venessa Miemis. Sempre incentivo as pessoas a escreverem suas opiniões, seja em blogs próprios ou blogs coletivos, ou até mesmo no Twitter, pois tenho uma teoria: às vezes, só conheço minha própria opinião sobre determinado assunto depois que organizei a cabeça para poder escrevê-la.

Um outro assunto que gosto de abordar é a força oculta das redes sociais. Acredito que, além de uma maneira de compartilhar informação e interagir com pessoas interessantes, escrever é uma maneira de se auto-conhecer, descobrir nossos potenciais e ampliar nossos círculos sociais. E agradeço ao Ocappuccino por ter a oportunidade de fazer parte dessa equipe :)
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* * * Este texto faz parte da #historiasrp.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Escrevia n'Ocappuccino antes dele ser um blog. > #historiasrp

quarta-feira | 28 de julho de 2010

Minha história com o Ocappuccino já é de longa data, para falar a verdade, quando ele ainda não era um blog.

Sim, meus caros leitores, Ocappucino começou como uma revista, produzida pelos alunos das disciplinas Redação em Relações Públicas III e IV da UFRGS. E eu estava lá, ajudando, inclusive, a criar o nome.

A História do Ocappuccino

Tudo começou quando a professora da disciplina de Redação em RP III, na qual eu estava cursando, entrou na sala de aula e disse que uma das tarefas daquele semestre seria ajudar a criar uma revista de Relações Públicas em parceria com a turma de Redação em RP IV.

Começamos com um brainstorm para elegermos um nome. (Imaginem 25 estudantes de Comunicação, aproximadamente, falando sem parar para tentar colocar nome numa revista! Jeeesus!) E, após muitas sugestões – algumas loucas outras nem tanto – saiu a palavra Cappuccino. Para quem ainda não entendeu a moral do nome: ele satiriza a antiga e distorcida imagem do estagiário e profissional de RP, que, numa percepção errada e ignorante só sabia fazer festas, encher balão e servir cafezinho.

Após a escolha do nome, passamos algumas aulas planejando a pauta e produzindo os primeiros textos. Como a verba para a impressão era curta, a tiragem foi pequena (1.000 exemplares, se não me engano) e as edições acabaram super rápido. Apesar disso, conseguimos enviar algumas para outras faculdades de Comunicação no RS.

No semestre seguinte (2007/2) ainda participei da 2ª edição, agora com mais foco na produção das matérias. A que ajudei a produzir falava sobre relações públicas em hospitais (Hoje, trabalho no setor de Marketing de um hospital. Será coincidência ou destino?).

A Minha História

A minha identificação com relações públicas começou no colégio, quando tomava a frente de algumas ações, ajudava o Grêmio Estudantil a entrar nas salas de aula para transmitir recados, passar a urna para as votações, explicar como funcionava as gincanas e por aí vai. Depois entrei na universidade e, em seguida, uma controvérsia: a crise por não saber se esta era a profissão certa para mim, a decepção com algumas disciplinas, a satisfação com outras, ...

Relações públicas faz parte daquele conjunto de profissões que se escolhe por afinidade, porque você sabe – ou intui – que tenha a ver com a sua personalidade e com as suas características e habilidades naturais. Assim como arquivologista, bibliotecário, cientista atuarial, engenheiro de produção (e lá vão outras tantas denominações que a maioria das pessoas não sabe ao certo o que o profissional faz), o RP passa toda a faculdade explicando para muitas pessoas – inclusive para os próprios pais – o que faz. E ainda por cima, depois de se graduar ainda encontra pessoas sem formação na área se dizendo RPs. Um absurdo!

Você já ouviu uma criança dizer que quando crescer quer ser RP? Ou então, algum pai dizer: quando este menino (a) crescer (pausa para suspiro) vai ser um relações públicas? Bem, eu nunca vi isto. E confesso que só fui entender a importância de um RP após cursar os primeiros semestres da faculdade, porque também tinha as minhas dúvidas quanto os devidas funções desta profissão. Só após o terceiro semestre e um estágio decidi que realmente queria ser relações públicas.

Nenhum cappuccino foge da era digital

O ambiente da faculdade proporciona muita troca de informações, e isto ajuda a gente a se atualizar. Com o fim da graduação, sentia falta disso e muita necessidade de compartilhar tudo o que eu lia e escutava sobre Comunicação, Marketing, novas tecnologias etc. Como sempre gostei de escrever, decidi criar o blog Comunicação e Tendências para dar continuidade a esta troca de informações.

Um belo dia, quando abri meus e-mails, me deparei com uma newsletter chamada Expresso, a news do blog . Era uma outra versão da antiga revista, mais moderna e adaptada para o meio digital e com outro visual. Foi aí que voltei a ter contato com Ocappuccino, e comecei a acompanhar os posts e a comentá-los. Até que recebi o convite do Mateus para ser colaboradora do blog. Nem preciso dizer que fiquei super feliz, pois voltei a escrever no veículo com nome de café que ajudei a criar - agora com uma tiragem muuuuiiito maior, e, graças à Internet, sem depender de orçamentos, só da criatividade dos colaboradores. Valeu, Mateus! Valeu leitores! Valeu colegas do blog!
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* * * Este texto faz parte da #historiasrp.

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